Moçambique

País com presença
Março 2019

IPC 2.0 Acute Food Insecurity Phase

1: Minimal
2: Stressed
3: Crisis
4: Emergency
5: Famine
Would likely be at least one phase worse without current or programmed humanitarian assistance
FEWS NET classification is IPC-compatible. IPC-compatible analysis follows key IPC protocols but does not necessarily reflect the consensus of national food security partners.

IPC 2.0 Acute Food Insecurity Phase

1: Minimal
2: Stressed
3+: Crisis or higher
Would likely be at least one phase worse without
current or programmed humanitarian assistance
FEWS NET classification is IPC-compatible. IPC-compatible analysis follows key IPC protocols but does not necessarily reflect the consensus of national food security partners.
FEWS NET Remote Monitoring countries use a colored outline to represent the highest IPC classification in areas of concern.

IPC 2.0 Acute Food Insecurity Phase

Presence countries:
1: Minimal
2: Stressed
3: Crisis
4: Emergency
5: Famine
Remote monitoring
countries:
1: Minimal
2: Stressed
3+: Crisis or higher
Would likely be at least one phase worse without
current or programmed humanitarian assistance
FEWS NET Remote Monitoring countries use a colored outline to represent the highest IPC classification in areas of concern.

CIF 2.0 Fase de Insegurida d Alimentaria Aguda

1: Minimo
2: Acentuada
3: Crisis
4: Emergencia
5: Hambruna
Se estima que seria al menos una fase peor sin ayuda humanitaria actual o programada
La manera de clasificación que utiliza FEWS NET es compatible con la CIF. Un análisisque es compatible con la CIF sigue los protocolos fundamentales de CIF pero nonecesariamente refleja el consenso de los socios nacionales en materia de seguridad alimentaria.

CIF 2.0 Fase de Insegurida d Alimentaria Aguda

1: Minimo
2: Acentuada
3+: Crisis o peor
Se estima que seria al menos una fase
peor sin ayuda humanitaria actual o programada
La manera de clasificación que utiliza FEWS NET es compatible con la CIF. Un análisisque es compatible con la CIF sigue los protocolos fundamentales de CIF pero nonecesariamente refleja el consenso de los socios nacionales en materia de seguridad alimentaria.
Para los países de Monitoreo Remoto, FEWS NET utiliza un contorno de color en el mapa CIF que representa la clasificación más alta de CIF en las áreas de preocupación.

CIF 2.0 Fase de Insegurida d Alimentaria Aguda

Países presenciales:
1: Minimo
2: Acentuada
3: Crisis
4: Emergencia
5: Hambruna
Países de monitoreo remoto:
1: Minimo
2: Acentuada
3+: Crisis o peor
Se estima que seria al menos una fase
peor sin ayuda humanitaria actual o programada
Para los países de Monitoreo Remoto, FEWS NET utiliza un contorno de color en el mapa CIF que representa la clasificación más alta de CIF en las áreas de preocupación.

IPC 2.0 Phase d'Insécurité Alimentaire Aiguë

1: Minimale
2: Stress
3: Crise
4: Urgence
5: Famine
Serait probablement pire, au moins une phase, sans l'assistance humanitaire en cours ou programmée
La manière de classification que FEWS NET utilise est compatible avec l’IPC. Une analyse qui est compatible avec l’IPC suit les principaux protocoles de l’IPC mais ne reflète pas nécessairement le consensus des partenaires nationaux en matière de sécurité alimentaire.

IPC 2.0 Phase d'Insécurité Alimentaire Aiguë

1: Minimale
2: Stress
3+: Crise ou pire
Serait probablement pire, au moins une phase, sans
l'assistance humanitaire en cours ou programmée
La manière de classification que FEWS NET utilise est compatible avec l’IPC. Une analyse qui est compatible avec l’IPC suit les principaux protocoles de l’IPC mais ne reflète pas nécessairement le consensus des partenaires nationaux en matière de sécurité alimentaire.
Pour les pays suivis à distance par FEWS NET, un contour coloré est utilisé pour représenter la classification de l’IPC la plus élevée dans les zones de préoccupation.

IPC 2.0 Phase d'Insécurité Alimentaire Aiguë

Pays de présence:
1: Minimale
2: Stress
3: Crise
4: Urgence
5: Famine
Pays suivis à distance:
1: Minimale
2: Stress
3+: Crise ou pire
Serait probablement pire, au moins une phase, sans
l'assistance humanitaire en cours ou programmée
Pour les pays suivis à distance par FEWS NET, un contour coloré est utilisé pour représenter la classification de l’IPC la plus élevée dans les zones de préoccupation.

CIF 2.0 Fase de Insegurança Alimentar Aguda Baseado

1: Minima
2: Stress
3: Crise
4: Emergência
5: Fome
Poderia ser pior sem a assistência humanitária em vigor ou programad
A maneira de classificação que utiliza FEWS NET é compatível com a CIF. A análise compatível com a CIF segue os protocolos fundamentais da CIF mas não necessariamente reflete o consenso dos parceirosnacionais com respeito a segurança alimentar.

CIF 2.0 Fase de Insegurança Alimentar Aguda Baseado

1: Minima
2: Stress
3+: Crise ou pior
Poderia ser pior sem a assistência
humanitária em vigor ou programad
A maneira de classificação que utiliza FEWS NET é compatível com a CIF. A análise compatível com a CIF segue os protocolos fundamentais da CIF mas não necessariamente reflete o consenso dos parceirosnacionais com respeito a segurança alimentar.
Para os países de Monitoreo Remoto, FEWS NET utiliza um contorno de cor no mapa CIF para representar a classificação mais alta da CIF nas áreas de preocupação.

CIF 2.0 Fase de Insegurança Alimentar Aguda Baseado

Países com presença:
1: Minima
2: Stress
3: Crise
4: Emergência
5: Fome
Países sem presença:
1: Minima
2: Stress
3+: Crise ou pior
Poderia ser pior sem a assistência
humanitária em vigor ou programad
Para os países de Monitoreo Remoto, FEWS NET utiliza um contorno de cor no mapa CIF para representar a classificação mais alta da CIF nas áreas de preocupação.

Março - Maio 2019

Junho - Setembro 2019

Fases de Insegurança Alimentar Aguda baseadas em IPC v3.0

1: Minima
2: Stress
3: Crise
4: Emergência
5: Fome
Poderia ser pior sem a assistência humanitária em vigor ou programad
A maneira de classificação que utiliza FEWS NET é compatível com a IPC. A análise compatível com a IPC segue os protocolos fundamentais da IPC mas não necessariamente reflete o consenso dos parceirosnacionais com respeito a segurança alimentar.
As mensagens-chave
  • O Ciclone Tropical Idai de Categoria 4 atingiu a costa da região central de Moçambique no dia 14 de Março de 2019 com ventos fortes de acima de 170 quilómetros por hora e mais de 300 milímetros de precipitação em 24 horas. Chuvas intensas persistiram durante seis dias consecutivos, resultando em cheias severas nas zonas baixas das províncias de Sofala, Manica, Zambézia e Tete, que também foram afectadas em finais de Janeiro pela Tempestade Tropical Desmond. Até 27 de Março, mais de 800 mil pessoas tinham sido afectadas, com registo de cerca de 500 perdas de vidas humanas, de acordo com o Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC). Infraestruturas bem como aproximadamente 500 mil hectares de culturas diversas foram destruídas. Também houve registo de perdas de gado. Estas estimativas preliminares poderão aumentar à medida que são realizadas avaliações e à medida que a informação se torna cada vez mais disponível.

  • O INGC, com o apoio da comunidade humanitária nacional e internacional, acolheu cerca de 170 mil pessoas desalojadas em cerca de 160 centros de acomodação, onde a assistência humanitária está a ser distribuída. O acesso aos alimentos por parte das famílias desalojadas, mas que não se encontram nos centros de acomodação, representa uma preocupação, uma vez que muitas dessas famílias não recebem quaisquer tipo de assistência, mas os planos para a prestação de assistência alimentar humanitária continuarão à medida que as áreas afectadas se tornarem acessíveis. O aumento do número de casos de malária, cólera e diarreia é particularmente preocupante, apesar das intervenções esperadas a curto prazo, a evacuação em massa para os centros de acomodação e muitas das áreas afectadas pelas inundações com saneamento precário e acesso limitado ou sem água potável.

  • Toda a região sul está a enfrentar os efeitos do El Niño em curso com precipitação amululada abaixo da média e temperaturas extraordinariamente elevadas durante a época 2018/19. A produção na região centro (antes do ciclone e das cheias) era estimada em níveis acima da média. No entanto, devido às cheias e aos ventos fortes em partes da zona centro do país e condições de seca em partes da zona sul, é provável que a produção agrícola global nestas duas regiões esteja significativamente abaixo da média nas áreas mais afetadas. Na região centro, à combinação da humidade residual e temperaturas amenas da época seca que está iniciando proporcionarão condições favoráveis para sementeiras pós cheias, sendo extremamente crucial a disponibilidade e distribuição de sementes.

  • Em zonas onde o funcionamento dos mercados foi retomado, a oferta limitada devido a cortes temporários das vias de acesso tem levado a um aumento dos preços dos alimentos. Os preços dos alimentos básicos, particularmente o arroz, a farinha de milho e o milho aumentaram temporariamente em mais de 100 porcento na região centro. Especificamente, na cidade da Beira, os preços do arroz, farinha de milho e milho aumentaram em cerca de 100 porcento imediatamente após o ciclone. Os preços estão a baixar gradualmente ao seu normal, com a reabertura da principal estrada que liga a cidade da Beira e o resto do país.

  • Nas zonas não afectadas pelo Ciclone Idai, as causas da segurança alimentar aguda permanecem os mesmos apresentados na Perspectiva de Fevereiro. Em partes do sul do país, o alívio temporário provavelmente ocorrerá entre Abril e Julho, como resultado da colheita, apesar desta poder estar significativamente abaixo da média. Embora, a situação de Crise (IPC Fase 3) seja prevista entre as famílias pobres com renda limitada ou nenhuma renda, nas zonas altas remotas do interior do sul até Setembro. A situação de segurança alimentar actual e projectada poderá ser pior do que o previsto anteriormente nas zonas afectadas pelo Ciclone Idai, e a análise será actualizada na publicação da FEWS NET de Abril (Actualização da Perspectiva de Segurança Alimentar).

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About FEWS NET

A Rede de Sistemas de AlertaPrecoce de Fome é líder na provisão de alertas precoces e análises relativas à insegurança alimentar. Estabelecida em 1985 com o fim de auxiliar os responsáveis pela tomada de decisões a elaborar planos para crises humanitárias, a FEWS NET provê análises baseadas em evidências em cerca de 35 países. Entre os membros implementadores refere-se a NASA , NOAA, USDA e o USGS, assim como a Chemonics International Inc. e a Kimetrica. Leia mais sobre o nosso trabalho.

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